Administração

22. ROCHA, L. M. T. - VIOLÊNCIA NA ESCOL
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VIOLÊNCIA NA ESCOLA

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

Todo e qualquer esforço no sentido de entender e identificar as razões que promove tamanha violência nas escolas passa necessariamente por uma análise conjuntural da sociedade onde a escola se encontra, prioritariamente no tocante aos aspectos históricos, econômicos, culturais e de produção, sendo estes os constituintes de toda a base da matriz geradora de todos os conflitos, disparidades, interesses conflitantes e toda a sorte de agressões a que estão submetidos os agentes do processo do fazer educação na nossa sociedade e na nossa escola.

Casos de violência são cada vez mais frequentes nas instituições de ensino. A mentalidade dos jovens parece não ter freios morais para o convívio em sociedade. O índice de violência tem aumentado proporcionalmente ao acesso à internet. Deveras, o acesso à internet torna o jovem mais estúpido. Temos alunos violentos e alunos violentados, professores sem controles o sendo controlados, um caos só. E de onde vem tanta violência? Será da educação liberal que os pais dão aos seus filhos? Ou a falta de tempo que eles já não têm? Não sabemos, o que sabemos é que já não temos mais a segurança que tínhamos em ir para a escola, pois voltamos para casa machucados exteriormente ou interiormente, sofremos violências físicas ou psicológicas, um lugar que antes era

somente para a educação, hoje se tornou um lugar cheio de histórias, agressões e preconceitos. Sabemos que os professores sofrem, carregando o sentimento de incapacidade de transformar estes jovens alunos, cidadãos do nosso País. Concluímos que a educação é fundamental para que possamos ter um presente e futuro melhor para o nosso País, para isso é necessário uma escola de qualidade que ensine além do quadro e piloto, mas que forme cidadão com respeito ao próximo.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

21. ROCHA, L. M. T. - TECNOLOGIA NA EDUC
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TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

O termo tecnologia da informação vem cada vez mais adquirindo êxito

quando se fala em educação.

Sua utilização como instrumento de aprendizagem e no meio social vem

aumentando cada vez mais a capacitação de profissionais para trabalhar com essa

ferramenta que cada dia vai se diversificando ainda mais.

Há tempos atrás a informática não era assuntos relacionados na educação,

principalmente do Brasil, devido a poucas pessoas terem acesso. A inclusão da

informática como instrumento de conhecimento para educação fez com que

houvesse outros olhos para a informática como ferramenta educacional devido à

globalização que hoje se encontra no mundo.

Neste contexto, o papel da tecnologia que auxilia o professor dentro da sala

de aula é de grande importância, pois, a necessidade de introduzir a informática na

educação de forma séria e definitiva, faz-se presente por uma série de fatores. Entre

eles, destaca o fato de que o processo de informatização da sociedade brasileira

está caminhando com rapidez e de forma irreversível, tornando necessário

aproximar nossos alunos desta informatização.

O interessante seria que as escolas, passassem por um momento de

globalização e inovação de novas tecnologias com o surgimento do computador

como instrumento de aprendizagem.

É interessante concluir que a tecnologia utilizada pelo computador mediante

situação de ensino-aprendizagem é sem dúvida um fator importante para o

aceleramento do desenvolvimento cognitivo e intelectual dos alunos, no diz respeito

ao seu raciocínio lógico e sua formalidade, quanto a sua capacidade de pensar e ao

procurar resultados positivos para a solução dos problemas encontrados.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

20. ROCHA, L. M. T. - SUSTENTABILIDADE A
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SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Uma das maiores preocupações do século XXI é a preservação ambiental,

fator que envolve o futuro do planeta e, consequentemente, a sobrevivência

humana. Contraditoriamente, esses problemas da natureza, quando analisados, são

equivocadamente colocados em oposição à tecnologia.

O paradoxo acontece porque, de certa forma, o avanço tem um preço a se

pagar. As indústrias, por exemplo, que são costumeiramente ligadas ao progresso,

emitem quantidades exorbitantes de CO2 (carbono), responsáveis pelo prejuízo

causado à Camada de Ozônio e, por conseguinte, problemas ambientais que afetam

a população.

Mas, se a tecnologia significa conhecimento, nesse caso, não vemos

contrastes com o meio-ambiente. Estamos numa época em que preservar os

ecossistemas do planeta é mais do que avanço, é uma questão de continuidade das

espécies animais e vegetais, incluindo-se principalmente nós, humanos. As

pesquisas acontecem a todo o momento e, dessa forma, podemos considerá-las

parceiras na busca por soluções a essa problemática.

O desenvolvimento de projetos científicos que visem a amenizar os

transtornos causados a Terra é plenamente possível e real. A era tecnológica

precisa atuar a serviço do bem-estar, da qualidade de vida, muito mais do que em

favor de um conforto momentâneo. Nessas circunstâncias não existe contraste

algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar na salvação

do mundo.

A busca da sustentabilidade ambiental é uma necessidade estratégica para a

conservação da sociobiodiversidade nacional, através de planejamento participativos

que envolvam ações de integração entre unidades de conservação e as pessoas

envolvidas nela.

Portanto, ela assume papel de relevância social, cultural, econômica,

ecológica, entre outras, em proporções cada vez mais alarmantes e nocivas à

qualidade de vida de uma população. Surgem os debates, conscientização, reflexão,

mobilizações, para atuar, de forma participativa e comprometida em defesa do

ambiente natural e do meio social, bem como, e fundamentalmente, da relação do

homem com o homem.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós-Graduada em Lato

Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

19. ROCHA, L. M. T. - EDUCAÇÃO E SOCIEDA
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18. ROCHA, L. M. T. - RACISMO.pdf
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RACISMO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

É mal definida a base do racismo, ou seja, o conceito de raça pura aplicado

aos homens, sendo praticamente impossível descobrir-lhe um objeto bem

delimitado. Não se trata de uma teoria científica, mas de um conjunto de opiniões,

além de tudo pouco coerentes, cuja principal função é a de alcançar a valorização,

generalizada e definida, de diferenças biológicas entre os seres humanos, reais ou

imaginárias.

É um modo de pensar em diferentes tipos de raças ou religiões onde existe o

pensamento de que essas raças e religiões são inferiores aos deles.

Entretanto, o racismo já existe há muitos séculos atrás e vem se modificando

e aumentando ao longo dos tempos. No entanto, ele também prejudica a vida de

muitos e isso tudo pelo preconceito das pessoas para com as outras de raças

diferentes, principalmente com os negros e pobres. Entretanto, vai demorar para as

pessoas se conscientizarem de que o racismo é um pecado e que não importa a

raça e sim a educação e o respeito das pessoas, pois cada um tem os seus valores.

Em todo caso, o racismo deveria acabar, porque isso pode levar a violência e

acabar gerando um caos total no mundo. Apesar disso, ele poderia ser bom em

contribuir para que futuramente nosso mundo tenha apenas uma raça e apenas uma

classe social, isso diminuiria a violência e a ambição das pessoas pelo poder e pelo

controle.

Embora, isso seria muito difícil e complicado, pois as pessoas ainda têm

pensamentos ruins para com as outras, de raças diferentes às delas, mesmo porque

todos nós temos o direito de comprar algo de entrar em cinemas, lojas, shoppings,

bares. Um dos lugares mais complicados de se conviver com pessoas racistas é a

escola, e é por isso que muitos jovens sofrem ao ir estudar.

Contudo, o mundo continuaria a se multiplicar em raças e pioraria ainda mais

o preconceito das pessoas, por isso as pessoas racistas deveriam pensar melhor e

mudar seu olhares percebendo que nós somos iguais não importando a cor, raça ou

até mesmo religião.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

17. ROCHA, L. M. T. - PRÁTICA EDUCATIVA
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A PRÁTICA EDUCATIVA

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A prática educativa é o processo de prover indivíduos de conhecimentos e

experiências culturais que os tornam aptos a atuar e transformar o meio social.

O conceito de educador engloba a todas as pessoas e instituições que

realizam a função de educar com o objetivo de desenvolver o educando como ser. A

função dos mestres é insubstituível, não existem materiais didáticos ou métodos

capazes de educar sem o auxílio de professores.

Com base nesta realidade é que buscamos uma educação que visa o

desenvolvimento social, igualitário, justo, economicamente viável, ambientalmente

sustentável e solidário em relação ao ambiente capaz de atingir o cidadão, a família

e a natureza. E todas estas iniciativas vêm ao encontro das necessidades de

investimentos na escola, visando à qualidade da educação.

Por isso, sonhamos e trabalhamos por uma escola aberta, melhor estruturada

tecnologicamente, agradável, mais comprometida com os alunos e sempre

responsável pedagogicamente, assumindo a sua função social e transformadora,

valorizando o ser, oportunizando momentos de aprendizagem para que as pessoas

possam viver e tornarem-se mais críticas

A prática educativa parece ter inúmeras facetas, contudo, generalizações do

trabalho docente podem incorrer em engodos, pela superficialidade referente ao

contexto de atuação de cada professor.

Há necessidade de revermos nossas práticas. De reconhecermos que o

exercício contínuo do fazer-se e refazer-se pelo cotidiano acíclico da escola exigem

coragem, e, ainda, que a transformação da prática educativa em uma possibilidade

emancipatória e concretizadora da realidade dos sujeitos parte de uma nova

educação, virada para o futuro.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

16. ROCHA, L. M. T. - PEDOFILIA.pdf
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PEDOFILIA

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Um crime virtual vem se tornando cada vez mais comum e praticado na

internet, esse crime que vê nas crianças e nos adolescentes seus alvos deixa a

sociedade estagnada em virtude de suas leis não evoluírem com as ferramentas

tecnológicas utilizadas pelos homens como redes sociais, blogs, fotoblogs, e-mails,

etc.

Esse crime, erroneamente, chama-se pedofilia, uma prática que cresceu no

seio das antigas sociedades e sustentada por gerações. A pedofilia se propagou

pelo mundo de tal forma que atualmente gera um mercado milionário no mundo

sustentado por homens que se satisfazem, sexualmente, com crianças e

adolescentes. Não se sabe ao certo onde começou e nem onde vai terminar, mas o

que se tem visto é um crime desafiando as autoridades a ponto de deixá-la estática

e não apresentar nenhuma alternativa eficaz para se prender os reais envolvidos.

Com o advento dos meios de comunicação, a pedofilia foi dando passos

minuciosamente lentos, mas evoluindo. Mais tarde com o aparecimento da internet,

que mudaria para sempre o comportamento social do homem, a pedofilia encontra

seu hospedeiro mais vantajoso. A troca discreta de fotos e vídeos antes feita pela

ação humana ou envio de mercadorias pelo correio, permitia certo controle. Agora

com a evolução da internet, essa troca vai ser feita por cliques dando ao pedófilo

certo conforto em fazer isso da frente do computador em sua casa anonimante.

Entretanto, a relação entre a internet e a pedofilia esta intimamente

condicionada ao impulso e ao desejo sexual compulsivo que o homem tem por

crianças e adolescentes. Encontrou na internet uma forte aliada para se criar um

mercado negro que se sustenta na inocência de crianças, isso foi possível devido

uma falta de legislação específica que acompanhasse toda essa revolução

tecnológica e o próprio descaso da sociedade. O Brasil ainda dá passos lentos no

que diz respeito o combate à pedofilia.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

15. ROCHA, L. M. T. - O PAPEL DO COORDEN
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O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A sociedade atual vive um processo de constantes mudanças, tanto no

âmbito econômico e político quanto no campo social, ideológico, bem como

educacional.

O coordenador pedagógico tem a função de mediar e articular projetos e

práticas no âmbito educacional, entretanto, na pós-modernidade é dado ele várias

funções que são atreladas com sua função central de coordenar as atividades da

unidade de escolar.

Ressalta-se que o trabalho do coordenador pedagógico não consegue ser

exercido efetivamente na prática, visto que, em sua maioria, esbarra no trabalho

administrativo das escolas e na rejeição do professorado em trabalhar em conjunto

com a coordenação.

O trabalho pedagógico somente se desenvolve de maneira eficaz se envolver

o coletivo, a fim de facilitar o conhecimento dos professores. Revisar e refletir sobre

as práticas pedagógicas leva o educador e, consequentemente, a escola, a

assumirem um papel diferenciado frente ao educando, por isso é preciso saber

quem é o coordenador pedagógico. Nesse sentido, percebe-se o aparecimento de

um novo especialista, o coordenador pedagógico, que é o supervisor com uma nova

visão, um profissional que coordena as ações do grupo.

Em suma, o coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar,

pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as

relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e

a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de

ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade. A relação entre

professor e coordenador à medida que se estreita, ambos crescem em sentido

prático e teórico, concebe a confiança, o respeito entre a equipe e favorecem a

constituição como pessoas.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

14. ROCHA, L. M. T. - O FRACASSO ESCOLAR
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O FRACASSO ESCOLAR

Lúcia Mara Tavares Rocha*

O fracasso escolar pode ser compreendido, como algo vinculado a autoestima

no processo de aprendizagem, algo que inviabiliza a capacidade de um ou

mais indivíduos de aprender, de acreditar e sentir-se digno de que pode apropriar-se

do conhecimento.

Ao falar do fracasso escolar, é importante observar quando as dificuldades de

aprendizagem vêm encobrir a fragilidade da escola, centrando no aluno todo

insucesso de sua não aprendizagem. A falta de conhecimento didático do corpo

docente está na raiz do respectivo fracasso escolar.

As principais causas do fracasso escolar são oriundas, em sua maior parte,

dos sistemas de ensino que não conseguem atender às diversidades de

necessidades presentes nas escolas, deixando de identificar onde se localizam as

inadaptações à aprendizagem, e levar o aluno a descobrir sua própria modalidade

de aprendizagem, considerando como ponto crucial seu modo particular de se

relacionar com o conhecimento, ou seja, a aprendizagem escolar.

Conceitualmente, o fracasso escolar é entendido como um desajuste

produzido em algum ponto do sistema educativo, exemplos: na formação do

docente, na exigência dos conteúdos, na fragmentação curricular ou, ainda, nas

possibilidades oferecidas aos alunos para o aprendizado.

Em síntese, estudos abordam o referido fracasso a partir de duas abordagens

diferentes, os fatores externos e internos. Os fatores externos são apontados as

necessidades de o aluno trabalhar, as condições básicas para a aprendizagem pelo

aluno, incluindo-se a desnutrição e as desvantagens culturais, e as condições da

família destacando-se o nível de escolaridade dos pais e o não acompanhamento

dos filhos em suas atividades escolares. E os fatores internos, a não valorização

pela escola do universo cultural do aluno através do uso de uma linguagem

diferenciada, as precárias condições de trabalho e os elementos afetivos na relação

professor-aluno.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

13. ROCHA, L. M. T. - FORMAÇÃO CONTINUAD
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FORMAÇÃO CONTINUADA

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A questão da competência docente é abordada como mediação importante no

processo de ensino e aprendizagem, evidenciando o descompasso entre a formação

do profissional e as exigências do mundo moderno.

O momento atual reclama que profissionais competentes, tanto em termo de

título como em prática sejam convidados a contribuir teórica, prática e eticamente

nos espaços educacionais. Entretanto, tal quadro assinala a necessidade do

profissional do ensino estar instrumentado a desenvolver a sua práxis em

conformidade com as exigências sociais mais amplas, ou seja, é preciso que esteja

apto a acionar um ensino que corresponda à formação do educando, de modo que

esta esteja compatível com os avanços que se descortinam nas múltiplas atuações

sociais.

Isso requer, certamente, que o educador esteja atento, aberto e partícipe a

todas e a quaisquer oportunidades que o levem a ascender tanto no plano pessoal,

profissional, cognitivo e quanto humano de sua atuação. E em especial tratamento a

docência, a formação continuada, ao constituir-se polo para uma dinâmica social de

formação contínua, se faz apelo para que os conhecimentos sejam compartilhados,

contribuindo significativamente para a melhoria na qualidade da prática educativa,

sendo, em dado momento, compreendida como uma atividade não facultativa ao

docente engajar, mas de primordial relevância, visto a avalanche de mudanças e

transformações porque passa o mundo atual.

Neste sentido, a formação continuada do professor, apodera-se de uma

definição ímpar, no que diz respeito à condição para a aprendizagem permanente e

para o desenvolvimento pessoal, cultural e profissional de professores e

especialistas.

Diante destas discussões, a profissão docente abrange singularidades que a

diferencia dos demais profissionais, ou seja, não é suficiente apenas carregar um

título acadêmico, é preciso dedicação, degrau que não se alcança apenas pelo

simples querer-ser, mas que só estará disponível quando há compromisso deste

profissional consigo mesmo, sob uma ação pautada pela ética e pelo compromisso

de crescer tanto no plano profissional quanto pessoal.

Em síntese, a formação continuada se faz elo entre a profissão e a

construção da identidade do educador a formalizar a dinâmica social do trabalho

docente, especialmente pelo seu caráter conjunto e pela interação da classe

educativa com vistas à melhoria da qualidade do ensino, rumo ao alcance dos seus

objetivos, os quais retratam como função social para a escola a instrumentalização

de um ensino no qual se vivencie a garantia de uma educação para a vida, ou seja,

que o que se aprenda na escola seja útil na vida fora da instituição.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá –

FAMAP e Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade

de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

12. ROCHA, L. M. T. - EVASÃO ESCOLAR.pdf
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A EVASÃO ESCOLAR

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A evasão escolar está dentre os temas que historicamente faz parte dos

debates e reflexões no âmbito da Educação pública Brasileira e que infelizmente,

ainda ocupa até os dias atuais, espaço de relevância no cenário das políticas

públicas e da educação em particular. Em face disto, as discussões acerca da

evasão escolar, em parte, têm tomado como ponto central de debate o papel tanto

da família quanto da escola em relação à vida escolar da criança.

A evasão escolar compreende, em linhas gerais, o abandono da escola

durante o período letivo, ou seja, o aluno se matricula, inicia suas atividades

escolares, porém, em seguida deixa de frequentar a escola, por uma ou um conjunto

de razões. Ao mesmo tempo que nascem fatores de indisciplina dentro da escola,

fortalecem-se condições inadequadas de trabalho, a falta de preparo do professor e

sua baixa remuneração, são fatos relevantes e fatores agravantes da evasão

escolar, pois atingem, no primeiro caso, o agente disseminador da educação.

A má qualidade do ensino e a forma como é conduzida as aulas é sem dúvida

alguma outra causa do insucesso da escola. A causa do fracasso escolar enfatiza a

necessidade de desviar a rota que culpabiliza ora o aluno, ora o professor, ora a

família, e fazer emergir o papel das políticas públicas como protagonistas principais

da escolarização.

Pode ocorrer evasão por vários motivos: trabalho, doença grave ou morte,

transferência de domicílio, etc. Muitos alunos têm que dividir seu tempo entre a

faculdade e o trabalho, e são vencidos pelo cansaço, optando pelo dinheiro

necessário à sobrevivência. Outros são afetados com o problema da moradia, tendo

que arcar com o alto preço dos aluguéis ou das passagens, sem falar no tempo

despendido por aqueles que moram longe da escola. Isso leva à evasão e ao baixo

rendimento dos alunos.

Todavia, a evasão é um fenômeno relevante, embora seja prejudicial à

sociedade, observa-se que pouco tem sido feito para combatê-la. A questão precisa

ser analisada com maior atenção, no sentido de se criarem meios de amenizar sua

ocorrência ou mesmo de evitar que aconteça.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

11. ROCHA, L. M. T. - ÉTICA RACIAL.pdf
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ÉTICA RACIAL

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Ética racial significa igualdade de oportunidades na educação, saúde e

moradia das camadas mais pobres de nossa sociedade que em quase sua maioria

são de negros e mestiços.

Ética é permanente, universal, é regra e teoria. Preconceito racial não é

somente uma questão moral ou cultural, é ético, ou seja, permanente, universal e

regra embasada em ampla e indiscutível teoria. Para além da questão legal, o

preconceito racial não é somente crime, é falta de caráter.

A discriminação racial vivida no cotidiano escolar fica a espera de um

especialista que possa discuti-la com competência, enquanto os discriminados se

submetem ao silêncio dos educadores, aguardando a “chance” de poderem existir,

por intermédio do conhecimento científico. E mesmo assim, devem ouvir com

atenção, o que a ciência tem para lhes dizer sobre a discriminação que vive.

A identidade negra surge, então, da dinâmica conflituosa entre a visão

dominante eurocêntrica, que nega os referenciais negros, e a busca pela valorização

desses referenciais por esse segmento da população. Ou seja, de um sentimento de

perda, negação, constrói-se uma auto-imagem positiva e altiva da pessoa negra. É

uma resposta política à situação de opressão na qual a população negra,

descendente de africanos escravizados, se encontrou ao longo da história do Brasil.

Conhecer para entender, respeitar e valorizar, reconhecendo as contribuições

das várias matrizes culturais presentes na cultura brasileira, esse deve ser um dos

objetivos das propostas educacionais do Brasil contemporâneo. Portanto, educar

para as relações étnico-raciais implica primordialmente refletir sobre a maneira

peculiar do povo brasileiro, lidar com as questões que se referem à diversidade

racial e cultural do País para nela intervir.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

10. ROCHA, L. M. T. - ÉTICA NA EDUCAÇÃO.
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9. ROCHA, L. M. T. - EDUCAÇÃO INCLUSIVA.
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EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A educação inclusiva garante que as escolas possam atender às

necessidades de todos os alunos, independentemente dos déficits dos alunos físico,

intelectual, social ou linguística.

A referente educação está preocupada com a educação e alojamento de

todas as crianças na sociedade, pois também deve incluir as crianças dos grupos

desfavorecidos, de todas as raças e culturas, bem como superdotados e pessoas

com deficiência.

É inerente ressaltar ainda que a, inclusão tenta reduzir a exclusão no sistema

de ensino, abordando, responder e satisfazer as diferentes necessidades de todos

os alunos. Trata-se de alterar o sistema de educação, de modo que possa acomodar

os estilos e modos de aprendizagem de cada aluno e garantir que não há educação

de qualidade para todos através do uso de recursos adequados, currículos

apropriados, estratégias de ensino adequadas e parcerias dentro da comunidade.

Entretanto, a inclusão não vai acontecer instantaneamente, mas requer um

planejamento cuidadoso e pensamento, atitudes e comportamentos positivos e

utilizando o suporte necessário especializado, acomodações e adaptações para

garantir a participação de todos em seu aprendizado.

Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca

perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitosalunos,

em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a

promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Prática

pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças

significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana

dos professores e nas relações família-escola. Com força transformadora, a

educação inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva.

Em suma, o ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial

embora o contemple. No Brasil, a Política Nacional de Educação Especial, na

Perspectiva da Educação Inclusiva, assegura acesso ao ensino regular a alunos

com deficiência (mental, física, surdos e cegos), com transtornos globais do

desenvolvimento e a alunos com altas habilidades/superdotação, desde a educação

infantil até à educação superior.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá –

FAMAP e Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade

de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

8. ROCHA, L. M. T. - EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
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7. ROCHA, L. M. T. - DEFESA DO CÓDIGO AM
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DEFESA DO CÓDIGO AMBIENTAL

Lúcia Mara Tavares Rocha*

O Código Ambiental pode até não parecer, mas tem haver com vida de todas as pessoas e as mesmas dependem deste complexo de natureza que temos dentro do nosso País.O Código Ambiental parte do pressuposto de que a conservação das florestas

e dos outros ecossistemas naturais interessa a toda a sociedade. Pois, são elas que

garantem, para todos, os serviços básicos: como a produção de água, a regulação

do ciclo das chuvas e dos recursos hídricos, a proteção da biodiversidade, a

polinização, o controle das pragas, o controle do assoreamento dos rios e o

equilíbrio do clima que sustentam a vida e a econômica do país.

Por isso, o referido código é fundamental para natureza viver em harmonia

com os seres vivos e se não fosse ele, quantas inundações e deslizamentos de

terras aconteceriam a mais no nosso país.

A Legislação Ambiental Brasileira é considerada uma das mais completas do

mundo e um dos seus principais pilares é o Código ambiental. De uma forma geral,

o novo substitutivo não representa ganhos em termos ambientais e sociais. Pelo

contrário, continua a apresentar diversos conceitos equivocados, que levarão a um

quadro de extrema insegurança jurídica, além de propiciar o aumento do

desmatamento de forma generalizada, atingindo todos os biomas.

Todavia, o que é importante observar é que o respectivo Código é um

dispositivo jurídico que perpassa por todos os setores da sociedade,

independentemente de condições sociais. O meio ambiente é literalmente de todos,

da mesma forma que serão de todos os efeitos negativos que o desmatamento pode

causar. O Código ambiental, em suma, dita as regras para a preservação das

florestas e o uso da terra e da água.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com.

6. ROCHA, L. M. T. - BULLING.pdf
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BULLYING

Lúcia Mara Tavares Rocha*

O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente

qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade,

família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma

tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos;

ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão

geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é

mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados

para humilhar os colegas.

É inerente destacar que o bullying é um nome dado a uma agressão verbal ou

física que muitas pessoas sofrem por diversas causas. As pessoas que

testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se

silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No

espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o

ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente,

experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

Os autores das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia,

pertencentes às famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre

seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos

agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de

reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento

de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.

Portanto, solucionar o problema do bullying nas escolas e na internet tornouse

um dever do Estado, dos pais e das escolas. Os pais devem apoiar o filho,

abrindo espaço para ele falar sobre o sofrimento de estar sendo rejeitado pelos

colegas e comunicar a escola. O ambiente escolar, principalmente, deve ter uma

atitude preventiva contra o bullying, começando pela conscientização e preparação

de professores, funcionários, pais e alunos e o Estado criar mecanismos de punição

mais rigorosa a quem os comete.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

Amapá – META. Email: anamara.apa@hotmail.com

5. ROCHA, L. M. T. - ANALFABETISMO.pdf
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ANALFABETISMO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Existe desenvolvimento econômico e social sem educação? Até hoje, não se

sabe de nenhum país que tenha evoluído substancialmente sem investir com ímpeto

na educação.

Refletir e internalizar profundamente o significado do investimento no ensino

escolar é fundamental para os que estão direta e indiretamente envolvidos na

definição de rumos para o nosso País e, portanto, demarcando os destinos das

futuras gerações. Um dos maiores problemas dos países subdesenvolvidos é o

analfabetismo, (não confundir com ignorância). A luta para reduzir o analfabetismo é

antiga e sua supressão não tem sido possível. Há tempos, a educação é

considerada um dos maiores privilégios dos quais o ser humano pode gozar.

De qualquer forma, limitando o acesso do homem a uma aquisição mais

profunda de conhecimento, o analfabetismo, como fenômeno social, é um entrave

ao desenvolvimento cultural, científico e tecnológico, e ao aprimoramento dos

valores humanos. Por isso, têm sido tomadas medidas visando à erradicação do

analfabetismo, inclusive pela alfabetização de adultos.

Considerando as características e a inserção da boa educação no mundo de

hoje, pode-se verificar que ela não é um ônus, uma despesa caritativa, um encargo

improdutivo a pesar sobre os ombros dos governos e da coletividade. Ao contrário,

ela é um investimento de alto retorno, uma fonte inesgotável de riqueza e de

sabedoria. Trata-se de uma fonte altruísta, com grande potencial redistributivo e

democratizante. A alfabetização e a educação básicas constituem o fundamento

sólido, do qual emanam os maiores frutos econômicos e sociais.

Portanto, a alfabetização, relacionada ao novo contexto histórico-social, não é

mais um momento, um breve processo, mas um caminho dividido em várias etapas,

em que se desenvolve não apenas o conhecimento da língua falada e escrita, como

também a compreensão, a conscientização, o uso dos mais diversos símbolos e

linguagens que, inclusive, colaboram para superar o chamado divisor digital. Quando

o contexto exigia uma alfabetização mais simples, o Brasil perdeu a oportunidade de

democratizar esta via incontornável de acesso à cidadania.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós-

Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META.

Email: anamara.ap@hotmail.com.

4. ROCHA, L.MT. - A SOCIEDADE CONTEMPORÂ
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A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Lúcia Mara Tavares Rocha*

A sociedade contemporânea é a sociedade que vivemos hoje, ou seja, os

tempos modernos, precisamente o século XXI, são marcados por mudanças.

Mudanças de paradigmas, mudanças culturais, sócio-econômicas e de

valores, que implicam necessariamente em uma re-adaptação do indivíduo em seu

meio. Frente a tantas mudanças, que não deixam de interferir no afeto e no

comportamento, o indivíduo em sua unicidade e a própria coletividade têm sentido

os efeitos desses impactos.

A sociedade contemporânea é marcada pelo individualismo. A necessidade

crescente de o indivíduo precisar cada vez mais de se qualificar, estudar, se

informar, é um processo solitário, mesmo que aconteça em grupo. A internet e

as possibilidades cada vez maiores de o indivíduo poderem resolver seus problemas

via computador, fazem com que as relações interpessoais cotidianas sejam cada

vez mais desnecessárias.

Desta forma, ao contrário do que acontecia nas sociedades tradicionais, a

sociedade contemporânea não é muito apropriada para sustentar amizades. As

amizades, que outrora eram preservadas desde a infância, hoje estão cada vez mais

superficiais.

Outra mudança que a sociedade vem sofrendo diz respeito à dualidade

trabalho X ócio. Por incrível que pareça, um dos grandes desafios da sociedade

contemporânea é aprender a usar seu tempo de maneira sensata.

Todavia, a maneira de se perceber o trabalho mudou muito. Enquanto as

sociedades tradicionais percebiam o trabalho como um esforço físico, a sociedade

contemporânea percebe o trabalho como uma manifestação de genialidade e

criatividade, uma vez que a especialização faz-se cada vez mais dominante e

atuante. Por outro lado, por mais que a sociedade evolua, os estereótipos sexuais

ainda existem e os homens experienciam o trabalho de maneira diferenciada. O

homem ainda se sente o provedor da casa e a mulher, aquela que proporciona à

família um ambiente adequado físico e emocionalmente.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e

Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do

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3. ROCHA, L. M. T. - A IMPORTÂNCIA NO PL
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A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESCOLAR

Lúcia Mara Tavares Rocha*

O planejamento é previsão metódica de uma ação a ser desencadeada

e a racionalização dos meios para atingir os fins. Essa etapa dentro de sua

acepção mais ampla, sempre compreende uma gama de ideias.

Por si só não constitui a fórmula mágica que soluciona ou muda a

problemática a ser resolvida. Estabelece uma busca cada vez maior de estudos

científicos que favoreçam o estabelecimento de diretrizes realistas. E quando

se fala em planejar levam-se em consideração todas as atividades e ações

contidas no currículo escolar para o ano letivo.

O currículo deve incluir tudo o que se oferece para o aluno aprender,

abrangendo conceitos, princípios, procedimentos, atitudes, os meios pelos

quais a escola oferece tais oportunidades e formas de avaliação, pois é a

explicitação das intenções que permitirá a orientação da prática pedagógica, a

forma de administrá-la, o contexto histórico, ideológico, filosófico, cultural,

político, econômico e psicológico em que se insere.

A metodologia do planejamento escolar enquadra-se no cenário da

educação como uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades

didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos

propostos; quanto a sua previsão e adequação no decorrer do processo de

ensino.

Todavia, planejamento tem grande importância por tratar-se de um

processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente,

articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. Fica

evidente uma preocupação em integrar a coordenação da ação docente à

problemática do contexto social em que o seu público alvo está inserido,

visando, sobretudo com essa integração, um maior rendimento escolar, pois

facilitará e muito aos alunos, verem conteúdos que falem sobre a realidade que

eles vivenciam em seu dia -a –dia.

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá –

FAMAP e Pós-Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de

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2. ROCHA, L. M. T. - A IMPORTÂNCIA DOS D
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1. ROCHA, L. M. T. - A EDUCAÇÃO SEXUAL.p
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A EDUCAÇÃO SEXUAL

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Orientar sexualmente não significa informar. A simples passagem de informações, embora muito relevante e de fundamental importância para o processo educativo, não se constitui, em si mesma, nesse processo. Para isso, fornecer informações sobre determinados fatos não é, isoladamente, um processo de orientação ou educação, embora possa fazer parte do processo. Informar é uma atividade de ensino, de instrução, e não de orientação, ao menos enquanto a informação for passada isoladamente, pois a informação não muda comportamentos. A educação sexual implica num mecanismo mais elaborado, segundo o qual, baseando-se em sua experiência e em seus conhecimentos, o orientador ajuda o aluno a analisar as diferentes opções disponíveis, tornando-o, assim, apto a descobrir novos caminhos. Orientar, no sentido mais amplo, significa

educar, formar, não na acepção de que o educando seja uma cópia do

educador, mas sim, na de que o educador dá ao educando condições e meios

para que ele cresça interiormente. O ato de levar a criança a viver sua

sexualidade de forma natural, saudável, prazerosa e consciente.

Educação Sexual é um conjunto de informações desenvolvidas de forma

assistemática sobre a sexualidade. Esse processo é global, não intencional, e

envolve toda a ação exercida sobre o indivíduo no seu cotidiano. O trabalho de

educação sexual, portanto, se propõe a ampliar diversificar e aprofundar a

visão sobre a sexualidade, abordando os diferentes pontos de vista existentes

na sociedade, incluindo as práticas sexuais ligadas ao afeto, ao prazer, ao

respeito e à própria sexualidade.

Enfim, Educação Sexual diz respeito ao conjunto de valores transmitidos

pela família e ambiente social, percorrendo toda a vida, com influências da

cultura, da mídia (rádio, TV, revistas...), dos amigos (as), da escola, e nos

permite incorporar valores, símbolos, preconceitos e ideologias.

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1. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - CONCEITO
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CONCEITUAÇÃO DO SISTEMA DE MARKETING

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          Hoje em dia, o marketing não deve ser compreendido no antigo sentido de fazer uma venda – “dizer e vender” –, mas também no novo sentido de satisfazer as necessidades do cliente.

          Para que as empresas tenham êxito em seus empreendimentos é importante investir em profissionais que atuam de forma eficaz na área de marketing, pois o marketing “é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros”. Deste modo, os profissionais de marketing atuam no processo de identificar as reais necessidades de seus clientes e criar produtos e serviços possam satisfazer estas necessidades.

          Toda esta preocupação surge a partir do pressuposto de que o comportamento dos consumidores está constantemente sofrendo transformações e as mudanças estão cada vez mais frequentes.

          Podemos dizer ainda, que o marketing significa administrar mercados para dar oportunidade a trocas e relacionamentos, com o propósito de criar valor e satisfazer necessidades e desejos.

          Os processos de troca envolvem trabalho. Os vendedores devem buscar seus compradores, identificar suas necessidades, criar bons produtos e serviços, determinar preços razoáveis para eles, promovê-los efetivamente, armazená-los e entregá-los eficientemente. Atividades como desenvolvimento de produtos, pesquisa, comunicação, distribuição, fixação de preço e serviços são atividades centrais do marketing.

          Embora em geral pensemos que o marketing é desenvolvido por vendedores, os compradores também trabalham com atividades de marketing. Os consumidores fazem “marketing” quando pesquisam os bens desejados a preços que possam pagar. Os agentes de compras organizacionais fazem “marketing” quando localizam vendedores e negociam boas condições.

          Todavia, o sistema de marketing contribui na aquisição de dados relevantes para a elaboração de uma pesquisa mercadológica, pois, o principal motivo da empresa é conquistar mercado. Deste modo, a intenção desta conquista é criar uma rede de relacionamento consolidada com seus clientes e parceiros. O sistema de marketing assume o papel para atingir as metas organizacionais, consiste em determinar as necessidades e desejos dos mercados-alvo e oferecer as satisfações desejadas de forma mais eficaz e eficiente do que os concorrentes.

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

2. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - AS FORÇAS
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AS FORÇAS QUE INFLUENCIAM NO COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Lúcia Mara Tavares Rocha*

Nos dias atuais, expressões como consumo, marketing, comportamento do consumidor são ouvidas e muitas vezes provocam debates “acalorados” nos mais diversos ambientes.

          Muito tem se discutido a respeito disto nas universidades, nas universidades, nos meios de comunicação social, nas redes de amigos. A preocupação com o consumo e a constatação do fato de que existe um consumidor em cada um de nós tem gerado polêmica com relação a como lidar com o comportamento do consumidor.

          Portanto, é imprescindível conhecer os fatores preponderantes que influenciam no comportamento do consumidor.

          Fator cultural: é visto como a personalidade de uma sociedade evidenciando e assimilando aprendizados, valores percepções e preferências de uma organização ou sociedade. Nela inclui-se grupos com seus próprios modos de comportamento, e classe social, que são pessoas com valores, interesses e comportamentos similares. Assim, um entendimento das várias culturas, de uma sociedade, ajuda os profissionais de marketing a prever a aceitação dos seus produtos/serviços pelo consumidor.

          Fator social: determinados fatores como os grupos de referência, família, amigos, papéis sociais e status exercem alto grau de influência sobre as pessoas. Do ponto de vista de marketing os grupos de referência servem como marco para atitudes ou comportamentos específicos para indivíduos nas suas compras ou decisões de compra, permitindo que pessoas ou grupos sirvam como ponto de comparação.

          Fator pessoal: as necessidades dos consumidores e a capacidade de satisfazer essas necessidades mudam de acordo com as influências, mas a pesar de suas limitações, o ciclo de vida pessoal é um ponto de partida útil para identificar de que maneira as necessidades mudam, para assim, utilizar disso como boas influências no processo de compra. Cada consumidor reage de forma distinta sob estímulos idênticos. A estrutura do conhecimento opinião ou crença, acerca do ambiente e de si próprios, leva os consumidores a agir cada um de maneira desigual. Pessoas originárias da mesma subcultura, classe social e ocupação podem ter diferentes estilos de vida, portanto, tipos de consumos diferentes. Ao profissional de marketing, exige-se, está atento as características de seus clientes para assertividade no ataque dos mesmos.

          Fator psicológico: o entendimento do comportamento humano se faz através do diagnóstico de suas necessidades, visto que todo o processo de tomada de decisão baseia-se na percepção das necessidades satisfeitas. As necessidades psicológicas surgem de estados de tensão psicológicos, como necessidades de reconhecimento, valor ou integração.

          Uma necessidade passa a ser um motivo quando alcança um determinado nível de intensidade. Um motivo é uma necessidade que é suficientemente importante para levar a pessoa a agir, a maneira como ela age é influenciada pela percepção que ela tem da situação.

          Motivação: é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. Existem pessoas que pregam a auto-motivação, mas tal termo é erroneamente empregado, já que a motivação é uma força intrínseca, ou seja, interior.

          Todavia, a decisão de comprar um produto ou serviço é um momento importante para consumidores. Isto significa que as estratégias de marketing devem ser inteligentes, eficazes e direcionadas ao mercado-alvo de acordo com o conhecimento percebido da maneira que cada consumidor obtém seus produtos ou serviços. Dentro deste contexto, uma análise das influências no processo de compra dos consumidores finais - o que pensam, como agem, quem influencia suas decisões - passa a ter uma importância fundamental.

 

 

 

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3. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - ESTRATÉGI
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ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS E DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          O conceito de ciclo de vida do produto (CVP) surge uma vez que o mercado, os consumidores e os concorrentes estão em constante mudança, exigindo estratégia de posicionamento e diferenciação das empresas para garantir seu sucesso através do gerenciamento do volume do investimento em cada etapa do ciclo de vida.

          Um produto possui um ciclo de vida, e faz-se necessário aceitar os seguintes fatores: os produtos têm vida limitada; as vendas dos produtos passam por estágios distintos, cada um deles com desafios, oportunidades e problemas diferentes para as empresas; os lucros sobem e descem nos diferentes estágios do ciclo de vida dos mesmos; e eles necessitam de diferentes estratégias de produção, financeira, marketing, compras e recursos humanos de acordo com cada estágio do seu ciclo de vida.

          O autor Kotler (2006), utiliza o conceito de que a curva do CVP é dividida em quatro estágios:

          1- Desenvolvimento de produto ou introdução ou lançamento do produto: período de baixo crescimento das vendas e alto custo de produção associado, já que o volume de produção/vendas não permite economia de escala. Nesta fase, o produto requer altos investimentos em tecnologia, propaganda, distribuição e embalagem/design. O lucro é negativo.

          2- Crescimento: período em que uma significativa parcela dos consumidores toma conhecimento da existência do produto o que eleva seu volume de vendas e favorece o surgimento da economia de escala. Começam a surgir os concorrentes, o que faz com que a empresa invista em diferenciação para não perder a parcela de mercado que já conquistou. Com o aumento da oferta, os preços caem. Nesta fase, a empresa recupera todos os investimentos e o lucro aumenta.

          3- Maturidade: período caracterizado por baixa no crescimento das vendas, já que os consumidores potenciais já foram conquistados. Os lucros diminuem ou se estabilizam no final deste estágio em função do aumento da concorrência.

          4- Declínio: é um período em que as vendas e os lucros caem.

 

 


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4. ARTIGO - ROCHA, L. M. T.- ESTRATÉGIA
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ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO EM MARKETING

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

         

 

A estratégia de comunicação aplicada ao marketing tem como objetivo comunicar o posicionamento da empresa, ou seja, busca identificar quais as ações necessárias para que determinado produto ou serviço permaneça na mente do consumidor. O importante, no entanto, está em proporcionar ações cada vez mais próximas daquilo que o cliente realmente deseja para que assim não tenha custos elevados ao invés de resultados, não agregando valor ao cliente.

 

          A comunicação é uma das ferramentas mais importantes para a integração das áreas de uma empresa, onde todas as informações são compartilhadas para que não se perca o foco e os projetos sejam executados para que o desenvolvimento ocorra em toda a organização. (MENSHHEIN, 2007). Como ferramentas de comunicação, podemos citar vários tipos de canais, que aliadas, irão contribuir para o desenvolvimento de alguns projetos no âmbito da organização:

 

  • ·       Propaganda;
  • ·       Merchandising;
  • ·       Relações Públicas;
  • ·       Vendas Diretas;
  • ·       Publicidade;
  • ·       Merchandising Editorial;
  • ·      

 

         

 

          Esses canais de comunicação acima citados, revelam a necessidade de que a organização conheça a importância de identificar corretamente o público, elaborar uma mensagem e assim selecionar o melhor canal para que se atinjam os objetivos da comunicação.

 

          O marketing busca compreender as características e desejos dos clientes, a fim de contribuir para a satisfação do público-alvo, adaptando assim o produto aos desejos inerentes aos consumidores e clientes, onde as empresas exigem mais do que apenas desenvolver bons produtos, definir preços atrativos para eles e colocá-los à disposição dos clientes-alvos. As empresas precisam também comunicar-se com os clientes, e aquilo que comunicam não deve ser deixado ao acaso. Para a maioria das empresas, a questão não é comunicar ou não, mas quanto gastar e de que maneiras.

 

 



 

 

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5. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - PESQUISA
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PESQUISA DE MERCADO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          Para melhor atender um mercado-alvo, as organizações devem dispor de informações relevantes sobre seu campo de atuação, seu negócio, sua concorrência e especialmente seus clientes. O processo de pesquisa de mercado consiste na definição do problema e dos objetivos de pesquisa, desenvolvimento do plano de pesquisa, coleta de informações, análise das informações e apresentação dos resultados para administração. Ao realizarem pesquisa, as organizações devem decidir se devem coletar os dados ou usar dados já disponíveis.

          A principal razão para uma organização adotar a pesquisa de mercado é a descoberta de uma oportunidade de mercado. Uma vez com a pesquisa concluída, a empresa deve, cuidadosamente, avaliar suas oportunidades e decidir em que mercados entrar. Os mercadólogos dependem ainda da pesquisa de mercado para determinar aquilo que os consumidores querem e quanto estão dispostos a pagar. Eles esperam que este processo lhes confira uma vantagem competitiva sustentável.

          A pesquisa de mercado é antes de tudo uma ferramenta de trabalho para tomada de decisões. A ferramenta de trabalho deve apresentar fatos apurados com assiduidade, para que as decisões sejam tomadas com segurança.

          É o instrumento que dá respaldo aos tomadores de decisões (empresas, empreendedores, gestores, etc.) que buscam informações nas ações de marketing, captação e estabelecimento do perfil dos consumidores.

          Portanto, a pesquisa de mercado tem como finalidade estudar os problemas relativos aos planos de produção, de propaganda e de distribuição, buscando incrementar as vendas e aumentar os lucros da empresa. Há dois tipos de pesquisa de mercado:

          A pesquisa qualitativaé usada para conhecer a percepção dos clientes sem quantificá-los. Nesse caso, o interesse está nas avaliações subjetivas e normalmente visa identificar as percepções humanas sobre produtos, serviços e empresas, a fim de apontar comportamentos e tendências.

          Apesquisa quantitativaprocura levantar indicadores numéricos no mercado,por isso segue rigorosos critérios estatísticos como: amostragem, margemde erro, estimativa, desvio padrão, etc.

          Em suma, a pesquisa de mercado é uma ferramenta acessível para a maior parte dasmicro e pequenas empresas e não deve ser substituída pela intuição.É importante lembrar que a pesquisa de mercado não substitui a criatividadee o talento do empreendedor. Ela serve principalmente para validar uma hipóteseou uma ideia já concebida. Por isso, antes de investir em qualquer pesquisa,é necessário muita reflexão.

 

 

 

           

 

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6. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - SEGMENTAÇ
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A SEGMENTAÇÃO DE MERCADO COM BASE NO CONSUMIDOR

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          Segmentar um mercado significa escolher um grupo de consumidores, com necessidades homogêneas, para o qual a empresa poderá fazer uma oferta mercadológica. O processo de segmentação requer que sejam identificados os fatores que afetam as decisões de compras dos consumidores.

          Não há uma maneira única de segmentar um mercado. O profissional de marketing deve tentar diferentes variáveis de segmentação, isoladas e combinadas, para encontrar a melhor forma de visualizar a estrutura de mercado.

          Os profissionais de marketing utilizam bases de segmentação, ou variáveis, que são características de pessoas, grupos ou organizações, para dividir um mercado total em segmentos. A escolha das bases é fundamental para estratégia correta de segmentação.

          As variáveis usadas na segmentação de mercados de consumo podem ser genericamente, agrupadas em três classes principais: características básicas dos clientes; atitudes dos clientes; comportamento dos clientes.Dentro dessas classes principais, podemos ressaltar as seguintes bases: segmentação geográfica e demográfica.

          A segmentação geográfica refere-se à segmentação de mercados por região do país ou do mundo, tamanho de mercado, densidade de mercado ou clima. Pode ser por decomposição de uma nação em regiões ou por agregação, partindo do menor segmento, que é um indivíduo.

          A divisão geográfica de um mercado em diferentes unidades geográficas pode ser feita com base na divisão do país em regiões, estados, microrregiões, municípios, cidades, distritos e bairros.

          Muitas vezes, os mercados são segmentados com base em variáveis demográficas, porque elas estão amplamente disponíveis e normalmente se relacionam com o comportamento de compra dos consumidores. É composta de diversos mercados agrupados pelas variáveis: idade, sexo, tamanho da família, ciclo de vida da família, renda, ocupação, escolaridade, religião, raça, nacionalidade, entre outros.

          Todavia, a segmentação de mercado é a concentração, consciente e planejada, de uma empresa em parcelas específicas de seu mercado. A empresa foca seus esforços de marketing em determinado segmento de mercado. Desta forma, a função da segmentação de mercado é agrupar indivíduos, cujas ações esperadas aos esforços de marketing sejam semelhantes, ao longo de determinado período.

 

 

 

 

 

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7. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - O COMPOST
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O COMPOSTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          Considerando os conhecimentos sobre mercado-alvo, concorrência e conseguindo traçar os perfis dos consumidores, agora é importante definir o composto de produtos e serviços de uma empresa.

          O produto é tido como o elemento mais importante do composto de marketing. Trata-se de algo que pode ser ofertado a um mercado com a finalidade de satisfazer um desejo ou necessidade do consumidor. Tais produtos incluem: serviços, bens físicos, locais, pessoas, organizações e ideias.

          O serviço é qualquer ato ou desempenho essencialmente intangível, que uma parte pode oferecer a outra e que não resulta na propriedade de nada. A execução do serviço pode estar ou não ligada a um produto concreto.

            Conseguir fazer com que um serviço ou produto tenha sucesso em vendas não é simplesmente colocá-lo à disposição para o mercado e fazer propaganda. Em marketing denomina-se “composto de produtos/serviços” todo planejamento referente a eles.

         Portanto, o composto de Marketing, também conhecido como Marketing de Mix, é um conjunto de quatro ferramentas que a empresa utiliza no desenvolvimento de valor para o cliente, envolvendo o que se chama de 4’Ps: Produto, Preço, Promoção e Ponto. E como cada ferramenta desta é aplicada por um Gestor? Seguem as informações do quê cada uma engloba:

         Produto: identificar as oportunidades de lançamento de produtos e serviços, e adaptação destes às necessidades e desejos dos clientes, a formulação das estratégias de produtos e linhas de produtos e a administração do ciclo de vida do produto, entre outras; 

         Preço: envolve a escolha da estratégia de preço que cause vantagem competitiva e distinção para cada produto ou linha de produto, bem como elevar ao máximo o retorno para a empresa e para os parceiros do canal de distribuição; 

         Promoção: são relativas aos investimentos em estratégias e atividades de comunicação: propaganda, marketing direto, relações públicas, publicidade, eventos, seminários e promoções de vendas (sorteios, prêmios ao consumidor, descontos de preços, brindes e outros). 

         Ponto: são as escolhas dos canais de distribuições dos produtos para que ele esteja no lugar certo, na hora certa, onde o cliente irá realizar a compra e satisfazer a sua necessidade. 

         Com isso, podemos identificar acima que o composto de Marketing está envolvido em busca de um objetivo que é a satisfação do consumidor, ou seja, satisfazer, aguçar e até mesmo criar a necessidade do cliente pelo seu produto ou serviço. 

 

 

 

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8. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - PLANEJAME
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PLANEJAMENTO DE VENDAS E ORGANIZAÇÃO DA FORÇA DE VENDAS

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          O profissional de vendas é a empresa para muitos dos clientes dela. É ele que traz necessárias informações sobre o cliente. Por isso, a empresa precisa considerar cuidadosamente alguns pontos na configuração da força de vendas, especialmente o desenvolvimento de objetivos, estratégias, estrutura, tamanho e remuneração.

          As empresas devem definir os objetivos específicos que elas esperam que sejam alcançados por sua força de vendas. O vendedor deve saber diagnosticar o problema do cliente e propor uma solução. Eles não deveriam tentar, inicialmente, vender um produto específico. Em vez disso, mostrariam como sua empresa poderia ajudar o cliente ou cliente potencial a aumentar sua lucratividade. Buscariam unir sua empresa à do cliente para uma parceria de lucro.

          Podemos destacar a organização da força de vendas por produto, através da especialização dos vendedores em determinados produtos, bem como na linguagem, comportamento, tamanho e postura dos clientes, e também pela divisão geográfica em função dos bairros, cidades, estados, grupos de estados (regiões), países, blocos territórios ou continentes, etc.

          Para garantir um mercado cada vez maior para seus produtos, as empresas devem organizar as forças de vendas e definir seus objetivos. Os objetivos da força de venda devem ser pautados dentro da realidade e características dos mercados-alvos em que atuam e na posição almejada dentro dos mesmos.

          A visão tradicional que norteia ainda as forças de vendas de grande parte das organizações é a da preocupação com o volume de vendas gerado, cabendo ao departamento de marketing à tarefa de apurar a estratégia e rentabilidade.           Entretanto, outra visão mais atual vem ganhando espaço dentro de um mercado cada vez mais globalizado e competitivo. É a visão focada na satisfação do cliente e no lucro da empresa. Hoje os fornecedores de bens e serviços estão vendo o conteúdo informativo de suas ofertas como maior fonte de valor agregado e fator determinante de margens de lucro mais elevadas.

          Dessa forma cabe à força de venda analisar os dados de venda, medir o tamanho do mercado, orientar os planos de marketing. Neste contexto não podemos desconsiderar o papel da venda pessoal que funciona como um elo entre a empresa e o cliente.

          Em suma, a venda pessoal é o elemento interpessoal do composto de promoção. Todo o sistema funciona em torno do conceito de vendas de solução, onde o valor agregado está na percepção dos clientes e na sua utilização. Os vendedores devem estudar os clientes para conhecer melhor suas necessidades, customizar a oferta fazendo constantes alterações em seu mix de merchandising, e acima de tudo empregar os argumentos adequados à efetivação da venda.

 

 

 

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9. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - DESENVOLV
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DESENVOLVIMENTO E DIRECIONAMENTO DA FORÇA DE VENDAS

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          O desenvolvimento da força de vendas é a definição do perfil do vendedor e de um programa de treinamento. Já o direcionamento da força de vendas está ligado aos objetivos e metas de vendas, o uso de teorias de motivação, bem como técnicas de incentivo.

          A venda pessoal permite ao vendedor a possibilidade de oferecer um atendimento personalizado, e mais caloroso, e também, permite o fortalecimento de boas relações entre vendedores e clientes. A força de vendas de uma empresa tem o papel fundamental na administração de tudo relacionado a vendas. A administração da força de vendas e a análise, planejamento, implementação e controle das atividades da força de vendas inclui não apenas planejamento de sua estratégia e estrutura, mas também o recrutamento, seleção, treinamento, remuneração, supervisão e avaliação dos vendedores da empresa.

   

          As empresas devem definir cuidadosamente seus objetivos que esperam atingir com suas forças de vendas. Caso não hajam normas pré-definidas, os vendedores tendem a gastar a maior parte de seu tempo vendendo os produtos aos clientes atuais, deixando assim de lado novos clientes potenciais.

          De acordo com Kotler (1998), à medida que as empresas concorrem por clientes, elas estão crescentemente julgando seus vendedores conforme suas habilidades em criar clientes satisfeitos e gerar lucro para suas empresas. Para obter pedidos dos clientes as empresas concorrem entre si.

          Assim, sua força de vendas deve estar disposta estrategicamente para que chegue aos clientes certos, no momento certo e de maneira correta. Assim que for definida a estratégia e estrutura de sua força de vendas, a empresa estará preparada para considerar o tamanho dessa força de vendas.

          Para atrair vendedores de alta qualidade, a empresa precisa desenvolver um plano de remuneração atraente. A administração deve determinar o nível e os componentes de um plano de remuneração eficaz, pois, primeiramente antes de haver uma força de vendas é necessário ocorrer um processo de recrutamento e seleção bem eficiente e a partir daí delinear qual é a real potencialidade desta equipe.

          Após estabelecer os objetivos, estratégia, estrutura, tamanho e remuneração da força de vendas, a empresa precisa recrutar, selecionar, treinar, dirigir, motivar e avaliar os vendedores. Os programas de treinamento destinam-se basicamente em:

          - os vendedores precisam conhecer a empresa e identificar-se com ela; - os vendedores precisam conhecer os produtos da empresa;

          - os vendedores precisam conhecer as características dos clientes e dos concorrentes;

          - os vendedores precisam saber como fazer apresentações de venda eficazes;

          - os vendedores precisam conhecer os procedimentos e as responsabilidades do trabalho de campo.

          Os vendedores podem possuir todas essas características, mas a maioria necessita de encorajamento e incentivos especiais para que se empenhe ao máximo. Então cabe à empresa motivá-los para cumprir suas tarefas.

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

10. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. – CONTROLE
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CONTROLE DA PERFORMANCE DA EQUIPE?

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

          Em um mercado competitivo e dinâmico como o que as organizações estão enfrentando neste início do século XXI, as organizações precisam implementar estratégias que as tornem mais competitivas e prontas para aproveitar as oportunidades proporcionadas pelas mudanças, procurando obter os melhores resultados através de seus recursos humanos. As organizações devem conhecer as características, funções e qualidades inerentes aos líderes para que assim possam investir na formação de equipes.

          Do ponto de vista da Administração, liderar é conduzir um grupo de pessoas, influenciando seus comportamentos e ações, para atingir objetivos e metas de interesse comum desse grupo, de acordo com uma visão do futuro baseada num conjunto coerente de ideias e princípios.

          A atuação de equipes é fundamental para o alcance deste diferencial e manutenção de um alto desempenho organizacional, pois a razão para que isso ocorra é que, em variadas situações, as equipes desempenham melhor suas tarefas do que as pessoas individualmente, devido multiplicidade de habilidades, julgamentos e experiências. Quando as equipes estão funcionando em uma organização, é possível verificar melhor resolução de problemas, maior criatividade e comprometimento.

          O papel do líder na formação de equipes de alta performance compreende também três práticas importantes: Feedback , compartilhamento dos norteadores da organização e o incentivo ao Empowerment.

          A prática forte do feedback aberto e honesto entre os integrantes da equipe e sua liderança é a “linha mestra” de rápido desenvolvimento e produção de resultados efetivos. Através desta ferramenta, os integrantes da equipe de alta performance conseguem atingir a melhoria constante.

          Já o compartilhamento dos norteadores (missão, visão e valores) da organização sinaliza o objetivo macro a que esta equipe se propõe. É o direcionamento principal (pilares). Em várias empresas este tripé só é dividido com a cúpula da organização, deixando o restante da empresa sem rumo e os profissionais desalinhados. Como conseqüência: risco alto de talentos subaproveitados.

          Outra característica muito importante é a presença do Empowerment, onde os integrantes da equipe são estimulados a trazer sua inteligência para o trabalho e usam seu conhecimento, experiência e motivação para criar resultados saudáveis.

          Entretanto, dentro das empresas, a cobrança em cima dos executivos por resultados acima da média está sendo cada vez mais constante. Isto independe do tamanho da organização.

          Todavia, o controle pode ser definido como sendo a função administrativa que consiste em medir e corrigir o desempenho dos subordinados para assegurar que os objetivos da empresa sejam atingidos. A tarefa do controle pode ser definida como: verificar se tudo está sendo realizado em conformidade com o que foi planejado e organizado, de acordo com as ordens dadas, para identificar os possíveis erros ou desvios, a fim de corrigi-los e que ocorram novamente.



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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

11. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - COMPORT
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COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

         

          Toda empresa tem sua própria cultura e estrutura organizacional. Algumas influenciam o mundo inteiro por sua ousadia e inovação, criam tendências no modo de gerir pessoas, buscar resultados e se transformaram em referências. Toda essa influência tem diretamente seus impactos nos comportamentos do Capital Humano, que inserido numa sociedade, também é um influenciador dos comportamentos desta.

          O comportamento organizacional é um campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura têm sobre o comportamento dentro das organizações com o propósito de utilizar este conhecimento para melhorar a eficácia organizacional.

          Na ótica de (ROBBINS, 2005, p.6) o comportamento organizacional se preocupa com o estudo do que as pessoas fazem nas organizações e de como este comportamento afeta o desempenho das empresas.

          Os componentes que constituem a área de estudos do comportamento organizacional incluem motivação, comportamento e poder de liderança, comunicação interpessoal, estrutura e processos de grupos, aprendizado, desenvolvimento de atitudes e percepção, processos de mudanças, conflitos, planejamento do trabalho e estresse no trabalho.

          Cabe ressaltar ainda, que segundo Hollenbeck (2003) o comportamento organizacional é um campo de estudo voltado a prever, explicar, compreender e modificar o comportamento humano no contexto das empresas. Subjacentes a esta definição de comportamento organizacional, encontram-se três considerações importantes.

          - O comportamento organizacional enfoca comportamentos observáveis, tais como: conversar com colegas de trabalho, utilizar equipamentos ou preparar um relatório. Porém, também lida com as ações internas, como pensar, perceber e decidir, as quais acompanham as ações externas.

          - O comportamento organizacional estuda o comportamento das pessoas tanto como indivíduos quanto como membros de unidades sociais maiores.

          - Ele também analisa o “comportamento” dessas unidades sociais maiores – grupos e organizações por si. Nem os grupos, nem as organizações se comportam do mesmo jeito que uma pessoa. Entretanto, certos eventos de unidades sociais maiores não podem ser explicados somente como resultado de comportamentos individuais. Esses eventos devem ser entendidos em termos de processos grupais ou organizacionais.

          O estudo do comportamento organizacional é uma ciência aplicada que se apoia na contribuição de diversas outras disciplinas comportamentais. As áreas predominantes são a psicologia, a sociologia, a psicologia social, a antropologia e a ciência política.

          Robbins (2005) relatou que a psicologia tem contribuído principalmente para o nível micro, ou individual, de análise, enquanto as demais disciplinas têm contribuído para a nossa compreensão dos conceitos macro, tais como os processos grupais e as organizações.

A psicologia é a ciência que busca medir, explicar e, algumas vezes, modificar o comportamento dos seres humanos e dos animais. Os cientistas que contribuem nesta área de conhecimento são os que estudam as teorias relativas ao processo de aprendizagem e à personalidade, os psicólogos clínicos e, principalmente, os psicólogos organizacionais e industriais.

Os psicólogos organizacionais e industriais (...) estudam aprendizagem, percepção, personalidade, emoções, treinamento, eficácia de liderança, necessidades e forças motivacionais, satisfação com o trabalho, processos de tomada de decisões, avaliação de desempenho, mensuração de atitudes, técnicas de seleção de pessoal, planejamento do trabalho e estresse profissional. (ROBBINS, 2005, p.8)

A Sociologia estuda o sistema social no qual os indivíduos desempenham seus papéis, ou seja, estuda as relações das pessoas entre si. Mais especificamente, a maior contribuição dos sociólogos foi no estudo do comportamento dos grupos dentro das organizações, especialmente as formais e complexas.

As áreas do estudo do comportamento organizacional que mais receberam contribuições da sociologia foram a dinâmica de grupo, o desenho de equipes de trabalho, a cultura organizacional, a teoria e a estrutura da organização formal, a tecnologia organizacional e aspectos como poder, comunicação e conflitos.

A psicologia social é uma área dentro da psicologia que mistura conceitos desta ciência e da sociologia. Seu foco é a influência de um indivíduo sobre o outro.
Os psicólogos sociais também fazem significativas contribuições nas áreas de mensuração, entendimento e mudança de atitudes; padrões de comunicação; as formas pelas quais as atividades em grupo podem satisfazer necessidades individuais e o processo de tomada de decisão em grupo. (ROBBINS, 2005, p. 8)

A antropologia é o estudo das sociedades para compreender os seres humanos e suas atividades. O trabalho dos antropólogos sobre culturas e ambientes, ajuda a compreender as diferenças de valores, atitudes e comportamentos fundamentais entre povos de diferentes países ou de pessoas em diferentes organizações.

A Ciência política estuda o comportamento dos indivíduos e dos grupos dentro de um ambiente político. Alguns tópicos específicos desta área são a estruturação de conflitos, a alocação de poder e como as pessoas manipulam o poder para o atendimento de seus próprios interesses.

Em suma, o comportamento organizacional utiliza o estudo sistemático para melhorar as previsões sobre o comportamento que seriam feitas de maneira intuitiva. Mas, como as pessoas diferem umas das outras, precisamos analisar o comportamento organizacional dentro de um cenário contingencial, utilizando variáveis situacionais como moderadoras dos relacionamentos de causa e efeito.

 

 

REFERÊNCIAS

BOWDICHT, James L.; BUONO, Anthony F. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004.

 

HOLLENBECK, John. R. Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.

 

ROBBINS, Stephen. P. Comportamento organizacional. São Paulo: Peason Prentice Hall, 2005.

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

12. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - ADMINIST
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ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

 

 

 

          Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

 

 

Hoje em dia, o marketing não deve ser compreendido no antigo sentido de fazer uma venda – “dizer e vender” –, mas também no novo sentido de satisfazer as necessidades do cliente.

 

          Para que as empresas tenham êxito em seus empreendimentos é importante investir em profissionais que atuam de forma eficaz na área de marketing, pois o marketing “é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros”. Deste modo, os profissionais de marketing atuam no processo de identificar as reais necessidades de seus clientes e criar produtos e serviços possam satisfazer estas necessidades.

 

          Toda esta preocupação surge a partir do pressuposto de que o comportamento dos consumidores está constantemente sofrendo transformações e as mudanças estão cada vez mais frequentes.

 

          Segundo Philip Kotler, o marketing significa administrar mercados para dar oportunidade a trocas e relacionamentos, com o propósito de criar valor e satisfazer necessidades e desejos.

 

          Os processos de troca envolvem trabalho. Os vendedores devem buscar seus compradores, identificar suas necessidades, criar bons produtos e serviços, determinar preços razoáveis para eles, promovê-los efetivamente, armazená-los e entregá-los eficientemente. Atividades como desenvolvimento de produtos, pesquisa, comunicação, distribuição, fixação de preço e serviços são atividades centrais do marketing.

 

          Embora em geral pensemos que o marketing é desenvolvido por vendedores, os compradores também trabalham com atividades de marketing. Os consumidores fazem “marketing” quando pesquisam os bens desejados a preços que possam pagar. Os agentes de compras organizacionais fazem “marketing” quando localizam vendedores e negociam boas condições.

 

          Com isso, a administração de marketing contribui na aquisição de dados relevantes para a elaboração de uma pesquisa mercadológica, pois, o principal motivo da empresa é conquistar mercado. Deste modo, a intenção desta conquista é criar uma rede de relacionamento consolidada com seus clientes e parceiros. Assume o papel para atingir as metas organizacionais, consiste em determinar as necessidades e desejos dos mercados-alvo e oferecer as satisfações desejadas de forma mais eficaz e eficiente do que os concorrentes.

 

          No pensamento de Armstrong (2000) define a administração de marketing como a análise, planejamento, implementação e controle de programas concebidos para criar, desenvolver e manter trocas benéficas com os compradores-alvo, a fim de atingir objetivos organizacionais. Portanto, a administração de marketing envolve administrar a demanda, que por sua vez envolve administrar relacionamentos com o cliente.

 

Conseguir fazer com que um serviço ou produto tenha sucesso em vendas não é simplesmente colocá-lo à disposição para o mercado e fazer propaganda. Em marketing denomina-se “composto de produtos/serviços” todo planejamento referente a eles.

 

         Portanto, o composto de Marketing, também conhecido como Marketing de Mix, é um conjunto de quatro ferramentas que a empresa utiliza no desenvolvimento de valor para o cliente, envolvendo o que se chama de 4’Ps: Produto, Preço, Promoção e Ponto. 

 

Produto: identificar as oportunidades de lançamento de produtos e serviços, e adaptação destes às necessidades e desejos dos clientes, a formulação das estratégias de produtos e linhas de produtos e a administração do ciclo de vida do produto, entre outras; 

 

         Preço: envolve a escolha da estratégia de preço que cause vantagem competitiva e distinção para cada produto ou linha de produto, bem como elevar ao máximo o retorno para a empresa e para os parceiros do canal de distribuição; 

 

         Promoção: são relativas aos investimentos em estratégias e atividades de comunicação: propaganda, marketing direto, relações públicas, publicidade, eventos, seminários e promoções de vendas (sorteios, prêmios ao consumidor, descontos de preços, brindes e outros). 

 

         Ponto: são as escolhas dos canais de distribuições dos produtos para que ele esteja no lugar certo, na hora certa, onde o cliente irá realizar a compra e satisfazer a sua necessidade. 

 

          Então, concluímos que Administração de Marketing está caracterizada por toda atividade dirigida para a satisfação das necessidades e desejos do consumidor; onde tais desejos são satisfeitos mediante a compra de produtos e serviços, esta compra pode ser impulsionada por uma necessidade fisiológica (alimentação, abrigo, frio) ou psicológica (status, segurança, diversão ), conhecendo e estudando estas motivações ao consumo, as empresas procuram produzir bens e serviços que atendam ao público – alvo.

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

 

 

KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Introdução ao Marketing. 4. ed. J.C. Editora, 2000.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

13. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - CUSTOS E
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CUSTOS E ORÇAMENTOS

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

As empresas vêm se empenhando cada vez mais na busca de soluções para os problemas financeiros, para isso procuram um modo de alocação e gerenciamento de dinheiro e de pessoas.

O Controle de custos é essencial para se obter bons resultados e o orçamento tem sido uma das ferramentas mais utilizadas, a maior parte das empresas têm problemas financeiros e operacionais e recaem em um erro muito comum, pois não possuem o conhecimento necessário para a elaboração de um orçamento, transformam o orçamento atual em uma nova versão do orçamento do ano anterior, geralmente as empresas tendem a cair no erro de monitorar os gastos do ano anterior e prever um percentual de aumento nos gastos em cima dessa coleta de nível de gastos, isso é só uma forma disfarçada de se manter os vícios administrativos e perder a funcionalidade e esconder a falta de agilidade para se adaptar às novas circunstâncias, e a existência de uma despesa inchada, e até mesmo a alocação de gastos em contas erradas e por fim a falta de um plano de contas correto.

Os recursos orçamentários são por vezes diminuídos, mas nunca eliminados. As empresas caem no vício de implantar um orçamento e só voltar a analisá-lo no final de cada período para verificar o Desvio orçamentário. Não fazem nenhum tipo de controle de metas e tendências, para que o orçamento seja seguido, e o que é pior: não fazem nenhum planejamento antes de se fazer o orçamento e quando fazem simplesmente o mantém na “gaveta”.

Horngren (1997) afirma que os orçamentos são a expressão quantitativa de um plano de ação. Nesse contexto, o orçamento deve abranger a empresa como um todo, proporcionando diversas tomadas de decisões presentes sob a visão do futuro. Nakagawa (1993) entende que os orçamentos refletem a necessidade que a empresa tem de comunicar aos gerentes os planos de ação e que se forem executados de acordo com as políticas e diretrizes nele embutidos, deverão dar origens a resultados operacionais eficientes e eficazes que mensurados em termos econômicos e financeiros corresponderão às metas e objetivos que possibilitarão à empresa atingir sua missão e propósitos básicos.

Os custos podem ser classificados de acordo com o grau de média (custo total ou unitário), variabilidade (variável, fixo ou semi-variável), facilidade de atribuição (direto ou indireto) e momento de cálculo (histórico ou predeterminado).

As empresas de construção civil atuam em dois sistemas administrativos, a administração central, onde os custos são chamados de empresariais e os sistemas de produção onde são chamados de produtivos. Os custos administrativos são constituídos pelas despesas administrativas, comerciais e financeiras enquanto que os custos de produção são formados por materiais, mão-de-obra, equipamentos, custos gerais diretos da obra e custos indiretos de produção.

Um fator considerado como diferencial de sucesso na gestão dos negócios é a elaboração do planejamento das estratégias da empresa e o orçamento é o importante instrumento que traduz, implementa, acompanha, estimula, motiva e controla as ações.

A gestão orçamentária corresponde a um conjunto de esforços buscando maximizar os resultados. Sanvicente (1997) afirma que o orçamento representa a expressão quantitativa, em unidades físicas, medidas de tempo, valores monetários, dos planos elaborados para o período subsequente, em geral doze meses.

         Já Sobanski (2000) entende que o planejamento orçamentário compreende o instrumento mais detalhado da organização empresarial que integra as quantificações das ações e resultados. Lunkes (2003) comenta que o orçamento reflete quantitativamente as ações e políticas da empresa através de um conjunto integrado de orçamentos. O orçamento liga as diferentes áreas da empresa, conectando planejamento estratégico com o tático e operacional.

O orçamento tem objetivos fundamentais, divididos nos aspectos do Planejamento, Coordenação, Comunicação, Motivação, Controle e Avaliação. A seguir descreve os objetivos de cada aspecto:

- Planejamento: Auxiliar e programar as atividades de um modo lógico e sistemático que corresponde à estratégia de longo prazo da empresa;

- Coordenação: Ajuda a coordenar as atividades das diversas partes da organização e garantir a consistência dessas ações;

- Comunicação: Informar mais facilmente os objetivos, oportunidades e planos da empresa aos diversos gerentes de equipes.

- Motivação: Fornecer estímulo aos diversos gerentes para que atinjam metas pessoais e da empresa.

- Controle: Controlar as atividades da empresa por comparação com os planos originais, fazendo ajuste onde necessário;

- Avaliação: Fornecer bases para a avaliação de cada gerente, tendo em vista suas metas pessoais e as de seu departamento.

O planejamento orçamentário reflete diretamente o futuro da empresa. Todas as ações tomadas no presente provocarão reflexos e sua sobrevivência está relacionada diretamente com as decisões.

Enfim, os custos e os orçamentos proporcionam a quantificação da empresa para determinado período, dando direcionamento na fase de execução dos planos e o seu controle, mensurando as diferenças.

 

REFERÊNCIAS

 

HORNGREN, C. Contabilidade de custos. Rio de Janeiro, LTC, 2000.

 

LUNKES, R.J. Manual do orçamento. São Paulo: Atlas, 2003.

 

SOBANSKI, J.J. Prática de orçamento empresarial. São Paulo: Atlas, 2000.

 

NAKAGAWA, M. Introdução à controladoria: Conceitos, sistemas, implementação. São Paulo: Atlas, 1993.

 

SANVICENTE, A.Z. Orçamento na administração de empresas. São Paulo, Atlas, 1997.

 

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

14. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - EMPREEND
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EMPREENDEDORISMO

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

O Empreendedorismo é fundamental para o sucesso da empresa. Através do mesmo pode-se criar na organização um centro espontaneamente criativo, gerando soluções rápidas, constantes e funcionais a estas organizações. No Brasil começou a se desenvolver na década de 90 e possui uma evolução contínua.

O empreendedorismo busca a visualização de oportunidades de negócios, onde existe uma busca incessante por inovações, assumindo riscos calculados com a intenção de obter renda, reconhecimento e crescimento no mercado.

De acordo com Dornelas (2003), empreendedorismo significa fazer algo novo, diferente, mudar a situação atual e buscar, de forma incessante, novas oportunidades de negócio, tendo como foco a inovação e a criação de valor.

O empreendedor é um empresário que possui perseverança, tem energia, fixa metas e faz de tudo para alcançá-las. É inovador e criativo e principalmente conhece e gosta do que faz.

Segundo Sebrae (2007), hoje os empreendedores já não são vistos apenas como provedores de mercadorias desinteressantes e que são movidos unicamente por lucro a curto prazo. Ao contrário, são energizadores que assumem riscos necessários em uma economia em crescimento e produtiva. São eles os geradores de empregos, que introduzem inovações e estimulam o crescimento econômico.

No entanto, Menezes (2003) diz que o empreendedor é o indivíduo de iniciativa que promove o empreendimento a partir de um comportamento criativo e inovador, que sabe transformar contextos, estimular a colaboração, criar relacionamentos pessoais, gerar resultados, fazendo o que gosta de fazer, com entusiasmo, dedicação, autoconfiança, otimismo e necessidade de realização.

O empreendedor deve ter visão e percepção para identificar as oportunidades. Suas atitudes empreendedoras devem focar as pessoas e não somente as empresas, atitudes estas que são fundamentais para o sucesso ou o fracasso da empresa.

O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importantíssimo na geração de empregos e renda. 

O empreendedorismo é importante para a empresa, pois permite que a mesma mantenha-se competitiva no mercado, através de atitudes inovadoras.

Uma organização só se mantém no mercado se tiver estrutura e conhecimento do mesmo. Mediante essa afirmação, observa-se a importância de conhecer a empresa, o mercado e seu potencial.

No mundo em constantes transformações, o sucesso ou fracasso de uma empresa está diretamente ligado à capacidade de entender e conhecer o mercado em que atua, sua estrutura, seu know-how, atrair e satisfazer os clientes, isso deve ser desenvolvido e fortalecido constantemente. E para isso, é necessário que o empresário possua um perfil empreendedor.

 

REFERÊNCIAS

 

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar em organizações estabelecidas. Rio de Janeiro. Elsevier, 2003.

 

SEBRAE. Disciplina de empreendedorismo. São Paulo: Manual do aluno, 2007.

 

MENEZES, L.C.M. Gestão de Projetos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2003.

                                 

 

 

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15. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - GESTÃO D
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GESTÃO DE PESSOAS

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

A gestão de pessoas é uma das áreas que mais cresceu nos últimos tempos. O profissional de Recursos Humanos pode aplicar e gerenciar o processo de avaliação de perfil de funcionários e candidatos, de acordo com as necessidades específicas da organização.

Com isso, a Gestão de Pessoas é caracterizada pela participação, capacitação, envolvimento e desenvolvimento do bem mais precioso de uma organização que é o Capital Humano que nada mais são que pessoas que a compõe. Cabe a área de Gestão de Pessoas a nobre função de humanizar as empresas.

Gestão de Pessoas é um assunto tão atual na área de Administração, mas que ainda é um discurso para muitas organizações, ou pelo menos não se tornou uma ação prática. Compete ao Departamento de Recursos Humanos promover, planejar, coordenar e controlar as atividades desenvolvidas relacionadas à seleção, orientação, avaliação de desempenho funcional e comportamental, capacitação, qualificação, acompanhamento do pessoal da instituição num todo, assim como as atividades relativas à preservação da saúde e da segurança no ambiente de trabalho da Instituição.

O profissional de Recursos Humanos deve prover a organização de meios para avaliar as pessoas em todos os sentidos, desde a formação profissional até a coleta de informações que possam lhe dar uma indicação, ainda que parcial, do caráter delas.

O profissional de Recursos Humanos deve possuir o poder de diferenciar as pessoas com as quais lida em seu dia-a-dia, pois possuem personalidades próprias, diferentes entre si, além de conhecimentos, destrezas e capacidades indispensáveis à adequada gestão dos recursos organizacionais. Tem que considerar as pessoas como pessoas e não como recursos.

Segundo Vasconcelos (2006) a gestão de pessoas deve formar e consolidar equipes internas produtivas e comprometidas com a estratégia e as metas da empresa, utilizando adequadamente processos seletivos, atividades de treinamento, aperfeiçoamento e desenvolvimento de habilidades individuais, otimizando recursos e investimentos, com o objetivo de maximizar os lucros.

Na ótica de Idalberto Chiavenato (2000) com a globalização dos negócios, o desenvolvimento tecnológico, o forte impacto da mudança e o intenso movimento por qualidade e produtividade, surgiram uma eloquente constatação na maioria das organizações: o grande diferencial, a grande vantagem competitiva das empresas decorre das pessoas que mantêm e conservam o status – que geram e fortalecem a inovação e o que deverá vir a ser. São pessoas que produzem, vendem, servem o cliente, tomam decisões, lideram, motivam, comunicam, supervisionam, gerenciam e dirigem os negócios da empresa. Essa variação depende de políticas e diretrizes das organizações que dizem respeito a como lidar com as pessoas em suas atividades.

Sobretudo, a tendência atual está voltada para a Administração com as pessoas. Significa tocar a organização juntamente com os colaboradores e os parceiros internos que mais entendem dela e de seu futuro. Uma visão de sujeito ativo e provocador de decisões, empreendedor das ações e criador da inovação dentro das organizações. É um agente proativo, dotado de visão própria e de inteligência.

 

 

REFERÊNCIAS

 

CHIAVENATO. I. Gestão de Pessoas: O novo papel dos Recursos Humanos nas organizações. RJ: Campus, 2000.

 

VASCONCELOS, Isabella Freitas Gouveia de. Gestão do paradoxo: “Passado versus Futuro”: uma visão transformacional da gestão de pessoas – RAE eletrônica, v.5, 2006.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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16. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - GESTÃO D
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GESTÃO DE PROJETOS

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

 

Também referido como gerenciamento ou administração de projetos, é uma área na qual aplica-se know how e todas as ações planejadas num projeto com o intuito de  atingir um determinado objetivo pré-estabelecido e alcançar no prazo previsto o retorno pretendido.

A gestão de projetos utiliza recursos técnicos e humanos para atingir determinado objetivo com o melhor custo e qualidade.

A gerência de projetos abrange o planejamento, a organização, direção, coordenação, controle e ajustes dos recursos técnicos e humanos de uma empresa ou grupo de trabalho visando concretizar determinado objetivo a curto prazo. Trata-se de uma gestão de projetos para a conclusão dos mesmos.

Segundo o “Project Mangement Institute“, é um processo pelo qual se aplicam conhecimentos, capacidades, instrumentos e técnicas às atividades do projeto com o intuito de satisfazer necessidades e expectativas dos stakeholders envolvidos no projeto e na empresa.

Esse tipo de gerenciamento pode ser implementada para mitigar os riscos ao ciclo de vida do projeto, otimizando as expectativas positivas das capacidades inerentes ao projeto perante às oportunidades mercadológicas.

Todo projeto depara-se, no ambiente externo, com oportunidades e ameaças, é necessário gerir bem um determinado negócio para que o mesmo seja bem sucedido nas oportunidades, para que o projeto atinja resultados positivos é necessário conhecer bem o público a ser beneficiado por ele, área de atuação e estabelecer de maneira clara os seus objetivos aos colaboradores, apoiadores e receptores de sua elaboração e aplicação.

Enquanto busca-se atingir os objetivos pré-estabelecidos, nesse meio tempo, torna-se possível e necessário um maior aproveitamento de tempo, capital, pessoas, segmento e espaço. Todo projeto deve passar pelo WBS  “Work Breakdown Structure”, o que permite “fatiar” o projeto em unidades (etapas). Além do WBS, é necessário calcular o orçamento do custo do projeto e as horas de trabalho a serem utilizadas.

A gerência de projetos é realizada pelo gerente de projeto, que nem sempre atua nas atividades executoras, mas trabalha o tempo inteiro para inter-relacionar os envolvidos no empreendimento. A sua principal preocupação é reduzir custos financeiros, aproveitar bem o tempo e as capacidades das pessoas envolvidas. O gerente de projetos está sempre atento à qualidade, custo, prazo e a real importância do conteúdo de um empreendimento.

Se preocupa em atender as necessidades do cliente, a adaptar-se às novas tendências e influências externas e ter  uma visão geral do projeto, além das tarefas de curto, médio e longo prazo.

 

 

REFERÊNCIAS

 

ENCICLOPÉDIA LIVRE WIKIPÉDIA. Gestão de Projetos. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerência_de_projetos>. Acesso em: abr. 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

17. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - GESTÃO D
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Gestão de Tecnologia da Informação – COBIT

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

A gestão eficaz da Tecnologia da Informação é fundamental para as empresas alinharem os processos de tomada de decisões com a concretização das metas corporativas.

Não existem dúvidas sobre os benefícios da tecnologia aplicada aos negócios. Entretanto, para serem bem sucedidas, as organizações devem compreender e controlar os riscos associados ao uso das novas tecnologias. O CobiT permite auxiliar os gestores no gerenciamento e controle das iniciativas de TI.

Diferente das evoluções de software e hardware que freneticamente inundam o ambiente de tecnologia da informação, a mudança de um modelo de melhor prática para administração por processos requer preparação e adaptação de cultura e de habilidades. Ainda mais em se tratando de um modelo holístico, abrangente e em nível gerencial como é o CobiT.

Segundo Fagundes (2004) o CobiT é um guia para a gestão de TI recomendado pelo ISACF (Information Systems Audit and Control Foundation, www.isaca.org). Inclui recursos tais como sumário executivo, framework, controle de objetivos, mapas de auditoria, conjunto de ferramentas de implementação e guia com técnicas de gerenciamento. As práticas de gestão do CobiT são recomendadas pelos peritos em gestão de TI que ajudam a otimizar os investimentos de TI e fornecem métricas para avaliação dos resultados. O CobiT independe das plataformas de TI adotadas nas empresas

O autor ainda corrobora ainda, que o COBIT fornece informações detalhadas para gerenciar processos baseados em objetivos de negócios. O COBIT é projetado para auxiliar três audiências distintas:

a)    Gerentes que necessitam avaliar o risco e controlar os investimentos de TI em uma organização;

b)    Usuários que precisam ter garantias de que os serviços de TI que dependem os seus produtos e serviços para os clientes internos e externos estão sendo bem gerenciados e;

c)     Auditores que podem se apoiar nas recomendações do COBIT para avaliar o nível da gestão de TI e aconselhar o controle interno da organização.

O COBIT está dividido em quatro domínios: Planejamento e organização; aquisição e implementação; entrega e suporte; e por última monitoração.

Na era da dependência eletrônica dos negócios e da tecnologia, as organizações devem demonstrar controles crescentes em segurança. Cada organização deve compreender seu próprio desempenho e deve medir seu progresso. O benchmarking com outras organizações deve fazer parte da estratégia da empresa para conseguir a melhor competitividade em TI. As recomendações de gerenciamento do CobiT com orientação no modelo de maturidade em governança auxiliam os gerentes de TI no cumprimento de seus objetivos alinhados com os objetivos da organização.

Concluímos, as organizações de TI devem adotar um modelo de governança de TI para aumentar sua eficiência e demonstrar que podem agregar valor ao negócio. O CobiT é um modelo de gestão de TI reconhecido internacionalmente que define processos de gestão que podem ser implantado, utilizando práticas de processos de modelos de gestão específicos. É importante atingir o nível de maturidade de governança de TI compatível com as necessidades dos processos de negócio.

 

REFERÊNCIAS   

 

FAGUNDES, E. M. COBIT um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. 2004. Disponível em: <http: //www.efagundes.com/Artigos/Arquivos_pdf/cobit.pdf>. Acesso em: abril. 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

18. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - GESTÃO F
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GESTÃO FINANCEIRA

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

Gerir é procurar a optimização, implementando as competências e os meios humanos, técnicos e financeiros, com vista a atingir os objetivos fixados.

Devido a esta necessidade surge a gestão financeira nas empresas na qual se concentra sobre o estudo das decisões financeiras necessárias ás empresas, ocupando sempre um lugar privilegiado na sua gestão porque diz respeito á sua política geral: o seu nascimento, crescimento e autonomia. Numa economia de mercado, baseada nas trocas, é sob forma monetária que aparecem ligações entre os agentes econômicos.

A gestão financeira procura combinar recursos dentro da empresa quer através dos acionistas, quer através de financiamentos que deveram ser investidos num processo de produção e troca que liberte um excedente (lucro).

Segundo Leiritz (1994) a razão mais importante pela gestão financeira em qualquer organização é de assegurar que a empresa saiba de quanto dinheiro vai necessitar, como obter o dinheiro de que necessita e como deve empregar esse dinheiro para alcançar os seus objetivos de forma ética, responsável e sustentável. É impossível uma organização sobreviver sem uma gestão financeira apropriada.

A gestão financeira trata-se de uma tarefa e responsabilidade que abarca o passado, o presente e o futuro. Em primeiro lugar, uma boa gestão financeira exige que seja mantido um registo de todo o dinheiro que a sua organização já recebeu ou gastou (o passado). Segundo, há que controlar o dinheiro na posse da organização (o presente) e, por último, a gestão financeira ajuda-o a tomar decisões acerca do futuro da organização.

Na ótica dos autores Ferreira; Espetro (2007) uma boa gestão financeira ajuda a direção da organização a planear para o futuro, uma vez que indica quanto dinheiro tem em mão, quanto dinheiro é necessário e quanto custarão os planos que tem para o futuro. A administração das finanças do passado, do presente e do futuro da sua organização passa por três tarefas de gestão financeira que, embora distintas, estão interligadas. Estas são:

  • ·       Planeamento financeiro (futuro);
  • ·       Controlo financeiro (presente);
  • ·       Monitorização financeira (passado).

A gestão financeira assenta em dois princípios muito importantes:

- Responsabilidade financeira: Deve procurar sempre gerir as suas finanças de modo responsável e sustentável. Todas as organizações precisam de dinheiro para sobreviverem e alcançarem os seus objetivos. A única forma de assegurar isto é ao administrar o dinheiro de modo a não pôr a organização em risco desnecessariamente. Se a organização prevê continuar a existir no futuro, deve certificar-se que recebe dinheiro suficiente e que o gasta com prudência.

- Prestação de contas: A organização deve poder explicar de onde recebe o dinheiro e como o gasta. A prestação de contas ajuda-o não só a saber o que fez com o dinheiro, mas também o ajuda a explicar as suas atividades às partes interessadas. Isto é importante em especial para as empresas e organizações que recorrem a doadores, pois estes, normalmente, possuem normas e regras rigorosas em matéria da prestação de contas. Só financiam organizações que possam prestar contas em relação ao dinheiro que receberam.

Através de uma boa gestão financeira, poderá identificar o que pode fazer, quanto dinheiro tem, de quanto dinheiro precisa, como foi gasto o seu dinheiro, e onde pode obter mais dinheiro.

 

 

REFERÊNCIAS

 

FERREIRA, Nuno; ESPETRO, Sílvia. Gestão Financeira: uma visão sobre gestão financeira. Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, junho, 2007.

 

LEIRITZ, Alain. Bases da Gestão Financeira. Ediprisa,1994.

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

19. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - PLANEJAM
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PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

 

Planejar é algo corriqueiro para muitos e faz parte da vida administrativa em todos os cargos da empresa, seja diretamente sendo parte integrante do processo de criação ou indiretamente, sendo influenciado por metas, objetivos, etc.. A arte de planejar é antiga e faz parte das famosas funções gerenciais proposta há muitos anos por Fayol (1970): Planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar.

Muito se fala em Planejamento Estratégico (PE), e nas organizações de maneira geral ainda se pode encontrar uma série de interpretações em relação a esta ferramenta da administração.

O Planejamento Estratégico, que se tornou o foco de atenção da alta administração das empresas, volta-se para as medidas positivas que uma empresa poderá tomar para enfrentar ameaças e aproveitar as oportunidades encontradas em seu ambiente.

Philip KOTLER (1975), um dos defensores da sua utilização, propõe o seguinte conceito: “O Planejamento Estratégico é uma metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela Organização, visando maior grau de interação com o ambiente”. A direção engloba os seguintes itens: âmbito de atuação, macropolíticas, políticas funcionais, filosofia de atuação, macroestratégia, estratégias funcionais, macroobjetivos, objetivos funcionais.

O grau de interação entre uma organização e o ambiente, que pode ser positivo, neutro ou negativo, é variável dependendo do comportamento estratégico assumido pela organização perante o contexto ambiental.

As empresas geralmente preparam planos anuais, planos de longo prazo e planos estratégicos. Os planos anual e de longo prazo envolvem os negócios correntes da empresa e a forma de mantê-los em curso. Em contraste, Kotler; Armstrong (2000) relatam que o plano estratégico diz respeito à adaptação da empresa para que ela tire vantagem das oportunidades do ambiente em mudança constante. Definimos o planejamento estratégico como o processo de desenvolver e manter um ajuste estratégico entre os objetivos e a capacidade da empresa e as mudanças nas suas oportunidades no mercado.

O Planejamento Estratégico é uma técnica gerencial que é essencial para a boa administração. Por meio da análise do ambiente de uma organização, é possível se fazer um diagnóstico de oportunidades e ameaças, pontos fortes e fracos para o cumprimento da sua missão. Ele dá o norte para que a organização aproveite novos espaços e evite riscos, gerindo recursos com maior eficiência, eficácia e efetividade e com qualificação no atendimento das demandas da sociedade.

O planejamento estratégico estabelece a base para o resto do planejamento de uma empresa. Ele consiste em definir uma missão clara para a empresa, estabelecer objetivos que apoiem esta missão, planejar um portfólio de negócios sólido e coordenar as estratégias funcionais. No nível corporativo, primeiramente a empresa define seu proposito geral e sua missão.

Portanto, o planejamento estratégico prevê o futuro da empresa, em relação ao longo prazo. De uma forma genérica, consiste em saber o que deve ser executado e de que maneira deve ser executado. Este é crucial para o sucesso da organização, e a responsabilidade deste planejamento assenta, sobretudo nos gestores de topo, dado o nível de decisões que é necessário tomar.

 

REFERÊNCIAS

 

KOTLER, Philip. Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 1975.

 

KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Introdução ao Marketing. 4. ed. J.C. Editora, 2000.

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

20. ARTIGO - ROCHA, L. M. T. - TEORIA G
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TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO

 

Lúcia Mara Tavares Rocha*

 

As mudanças são cada vez mais rápidas e inesperadas, principalmente no campo do conhecimento e da explosão populacional. Tais mudanças impõem novas e crescentes necessidades. Neste contexto, o crescimento das organizações faz com que elas se tornem complexas e sem fronteiras.

Segundo Maximiano (2004), podemos definir que a Organização é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos.

A Administração é o processo de conjugar recursos humanos e materiais de forma a atingir fins desejados, através de uma organização. É um processo de tomar decisões sobre objetivos e recursos.

Conforme Maximiano (2004), podemos definir Administração a partir de objetivos, decisões e recursos, estas são palavras-chave. Administração é o processo de tomar e colocar em prática decisões sobre objetivos e utilização de recursos. O processo administrativo abrange quatro tipos principais de decisões, também chamados de processos ou funções: planejamento, organização, execução e controle. As decisões resumem os Princípios de Administração.

Acredita-se que, a partir do conhecimento das Teorias da Administração, haja condições para a análise dos Princípios de Administração. Convêm destacar, inicialmente, que os princípios fundamentais de administração vieram se consolidando através de todas as teorias, com o decorrer do tempo.

A palavra administração tem sua origem no latim ad: (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência), isto é, aquele que realiza uma função sob o comando de outra pessoa, aquele que presta um serviço a outro e significa subordinação e serviço.

Esse conceito de administração foi desenvolvido para aplicação em empresas, mas ele pode ser estendido a qualquer outra situação onde ocorra trabalho, seja no âmbito empresarial, em atividades autônomas, em órgãos públicos ou até em atividades domésticos. Portanto, sempre que se mencionar a palavra empresa, deve ser entendido trabalho.

A tarefa da administração é interpretar os objetivos propostos pela empresa e transformá-los em ação empresarial através de planejamento, organização, direção e controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis da empresa, a fim de atingir tais objetivos. Planejamento, organização, controle e direção são as quatro principais funções administrativas.

Frederick Taylor, já na escola de Administração Científica, utilizava quatro princípios básicos: planejamento, preparo (hoje, organização), controle e execução.

Segundo Chiavenato (1999) o planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que se deve fazer e quais objetivos devem ser alcançados, e visa dar condições racionais para que se organize e dirija a empresa ou seus departamentos ou divisões a partir de certas hipóteses a respeito da realidade atual e futura.

O autor acima corrobora em dizer que a organização como uma função administrativa através da qual a empresa reúne e integra os seus recursos, define a estrutura de órgãos que deverão administrá-los, estabelece a divisão de trabalho através da diferenciação, proporciona os meios de autoridade e de responsabilidade e, assim por diante.

A organização representa, no fundo, todos aqueles meios que a empresa utiliza para pôr em prática o planejamento, o controle e a avaliação para atingir os seus objetivos. Como já foi enfatizado, a função administrativa organizacional depende do planejamento, do controle e da direção. Há uma estreita inter-relação entre todas estas funções.

Já a Direção é, inegavelmente, uma das complexas funções da administração. Isto se deve à sua abrangência e ao fato de estar intimamente relacionado às pessoas.

A execução de qualquer ação envolve sempre pessoas e grupos. Toda a implementação do planejamento e da organização é efetuada por um conjunto de pessoas, normalmente, são os recursos mais complexos existentes nas empresas.

A Direção é a função que envolve a maior interação humana. Como assegura Chiavenato (1999), “é a função que exige a maior dose de flexibilidade, de amortecimento de impactos e, principalmente, de orientação das pessoas quanto ao rumo certo no alcance dos objetivos pretendidos”.

Como a função Direção diz respeito ao processo de interação entre pessoas, três assuntos inerentes a ela são de capital importância: comunicação, liderança e motivação.

O termo controle tem muitos significados e, não raro, se associa a atitudes coercitivas, principalmente quando envolve pessoas. O controle deve ser entendido como uma função administrativa, como o planejamento, a organização e a direção.

Os autores Koontz e O’Donnel (1998) especificam que controle é a função administrativa que consiste em medir e corrigir o desempenho de colaboradores para assegurar que os objetivos da empresa e os planos delineados para alcançá-los sejam realizados. É, pois, a função segundo a qual cada administrador, do presidente ao supervisor, certifica-se de que aquilo que é feito está de acordo com o que se tencionava fazer.

O controle também está intimamente relacionado com o planejamento, a direção e a organização. Os controles podem ser classificados de acordo com o nível da empresa onde ocorrem. Assim, há o controle estratégico, o controle tático e o operacional.

A Teoria da Administração é, em certos aspectos, uma decorrência daquilo que ocorre nas empresas, um meio de operacionalizar conceitos e ideologias a respeito das empresas. A Teoria da Administração (T.A.) trata do estudo da administração dessas organizações em geral e das empresas em particular, sendo uma teoria em crescente expansão e gradativamente abrangente. (MOTTA, 1998).

Ela começou como uma teoria preocupada inicialmente com alguns poucos aspectos e variáveis situados dentro da organização e voltada exclusivamente para os problemas mais concretos e imediatos do ponto de vista de sua aplicação e foi aos poucos expandindo e ampliando o seu objeto de estudo.

Essa expansão e ampliação, contudo, não se apresenta de maneira uniforme, mas varia muito de acordo com as escolas e teorias administrativas, e de acordo com os aspectos e variáveis que cada uma delas considerou relevantes na sua época para fundamentar as suas conclusões ou para solucionar os problemas então mais importantes com que se defrontavam.

 

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

CHIAVENATO, Idalberto, Administração nos Novos Tempos. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

 

MOTTA, Fernando C. Prestes, Teoria Geral da Administração: Uma introdução. 22. ed. São Paulo: Pioneira, 1998.

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

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*Graduada em Administração, com habilitação em Marketing, pela Faculdade do Amapá – FAMAP e Pós- Graduada em Lato Sensu em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade de Tecnologia do Amapá – META. Email: anamara.ap@hotmail.com. Publicado no endereço: http://prof-julio.jimdo.com/administração

Prof e Analista de Sistemas. Dúvidas e sugestão:

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